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instituto ramon bennett
síndrome de burnout

Em algum ponto da vida produtiva, o corpo e a mente começam a sussurrar o que a razão tenta calar: o cansaço que já ultrapassou o limite do descanso. A Síndrome de Burnout não surge de um dia para o outro; ela é o resultado de uma entrega sem medida, de uma exigência silenciosa de ser sempre mais, sempre forte, sempre disponível. E, quando o corpo apaga as luzes, é a alma que pede socorro.
Perguntas começam a emergir no meio da exaustão: Por que tudo o que antes me inspirava agora me esgota? Em que momento o trabalho deixou de ser propósito e virou prisão? Por que, mesmo cumprindo todas as metas, sinto-me vazio? Essas perguntas não são sinais de fraqueza, são sinais de humanidade tentando sobreviver à máquina.
Vivemos em um tempo que glorifica a pressa, a performance e a produtividade. O descanso virou culpa; o silêncio, suspeito. Nesse cenário, o esgotamento não é apenas físico, mas existencial. A mente perde foco, o corpo perde ritmo, e o prazer de viver se dissolve na sensação de estar sempre devendo algo a alguém.
No Instituto Ramon Bennett, entendemos que o tratamento do Burnout vai além do manejo do estresse, ele exige uma escuta profunda do que foi silenciado em nome do sucesso. O processo terapêutico convida o paciente a desacelerar, reconhecer seus limites, resgatar a própria sensibilidade e redefinir o que significa “vencer”.
A terapia se torna, então, um espaço de reconexão: entre o fazer e o ser, entre o corpo e a mente, entre o ideal e o possível. Aprendemos que cuidar de si não é luxo,é condição de permanência. Que o equilíbrio não é ausência de esforço, mas presença de sentido.
Recuperar-se do Burnout é reaprender a respirar, a colocar pausas entre as demandas, a devolver ao tempo o seu tempo. É permitir que o corpo volte a ser morada, e não trincheira.
Reencontrar vitalidade não é voltar a produzir mais, é voltar a viver com leveza, presença e propósito.