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instituto ramon bennett
terapia sexual

Em algum ponto da jornada afetiva, a vida nos convida a olhar para um território que muitas vezes evitamos: o do desejo. Não o desejo como impulso, mas como linguagem, uma forma de nos reconhecermos e de sermos reconhecidos. Perguntas sutis começam a ecoar: Por que não sinto mais prazer? Por que, mesmo amando, me sinto distante? O que aconteceu com o toque, a curiosidade, a entrega? Essas não são perguntas frívolas. São expressões da alma pedindo reconexão.
Vivemos em uma era que confunde performance com intimidade e corpo com aparência. O resultado é um silêncio doloroso que habita muitos casais e indivíduos: o silêncio do não-dito, do não-tocado, do não-sentido. A terapia sexual nasce como um espaço de escuta para esse silêncio, um território de coragem, onde o prazer volta a ser entendido como encontro e não como cobrança.
As crises sexuais raramente falam apenas de sexo. Elas falam de poder, de vergonha, de medo de rejeição, de traumas guardados na pele e de histórias não concluídas. No Instituto Ramon Bennett, entendemos a terapia sexual como um processo de reconciliação, entre mente e corpo, entre desejo e afeto, entre o que se sente e o que se pode expressar.
Nesse espaço, o paciente é convidado a reconhecer seus limites, explorar suas fantasias, compreender seus padrões e reconstruir uma relação mais livre e madura com o próprio prazer. A sexualidade, quando tratada com sensibilidade e ciência, deixa de ser um campo de culpa e passa a ser um caminho de autoconhecimento.
Trabalhar a sexualidade é, em última instância, trabalhar o viver. É permitir que o corpo volte a ser morada da alma, que o toque volte a comunicar amor e que o desejo volte a dançar em sintonia com a vida. Encontrar prazer não é apenas sentir, é aprender a existir com inteireza, vulnerabilidade e presença.