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instituto ramon bennett
transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (tdah)

Viver com TDAH é experimentar o mundo em alta rotação; um turbilhão de ideias, emoções e impulsos que nem sempre encontram o mesmo ritmo do cotidiano. Enquanto o mundo pede foco, linearidade e controle, a mente com TDAH funciona como um mosaico vivo: múltipla, criativa, curiosa e, às vezes, cansada de tentar caber em moldes que não foram feitos para ela.
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade não é uma limitação de inteligência, mas uma forma diferente de processar a realidade. Ele se manifesta por meio de distrações frequentes, inquietude, impulsividade, dificuldade em manter o foco ou em concluir tarefas e, muitas vezes, vem acompanhado de sentimentos de inadequação, culpa e sobrecarga emocional. O processo terapêutico nasce como um espaço de acolhimento e reorganização dessa mente pulsante; um convite à compreensão e não ao julgamento.
O acompanhamento terapêutico é indicado para crianças, adolescentes e adultos que enfrentam desafios relacionados à atenção, à impulsividade e à gestão do tempo. O trabalho envolve identificar padrões emocionais e cognitivos que dificultam a concentração e o equilíbrio, além de desenvolver estratégias personalizadas que favoreçam a autonomia, a autoestima e a produtividade.
Durante o processo, aprendemos que o TDAH não é apenas um diagnóstico, mas uma linguagem. Cada pessoa manifesta o transtorno de maneira singular e compreender essa singularidade é o primeiro passo para construir uma rotina possível, gentil e funcional. No espaço terapêutico, o indivíduo é convidado a transformar o caos em clareza e a usar sua energia criativa como força propulsora de realização.
aqui, o trabalho com TDAH é conduzido de forma integrativa e interdisciplinar, unindo psicologia, neurociência e técnicas psicopedagógicas. O objetivo é ajudar o paciente a compreender como sua mente funciona e, a partir daí, desenvolver recursos para potencializar o foco, organizar o tempo e reduzir a autocrítica.
O processo envolve autoconhecimento, reestruturação cognitiva e regulação emocional, permitindo que a pessoa desenvolva uma relação mais saudável com suas próprias capacidades. Mais do que “controlar” a mente, aprendemos a dialogar com ela — reconhecendo seus brilhos, pausas e ritmos.