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instituto ramon bennett
baixa autoestima

Há momentos em que o espelho reflete mais do que a imagem; reflete as dúvidas, as comparações e os julgamentos que fomos aprendendo a carregar. A autoestima baixa nasce, muitas vezes, de histórias antigas: palavras que feriram, expectativas que pesaram, amores que não souberam enxergar. Aos poucos, passamos a acreditar que valemos menos, que precisamos merecer o amor, que ser nós mesmos não é o bastante.
Mas a verdade é que a autoestima não é uma qualidade a ser conquistada é uma lembrança a ser despertada. Ela vive no gesto simples de reconhecer quem somos, na coragem de nos tratarmos com gentileza, e na escolha de não permitir que o olhar do outro dite o nosso próprio valor. A terapia é indicada para quem sente insegurança constante, autocrítica excessiva, dificuldade em se posicionar ou em aceitar elogios, e para quem vive preso à sensação de “nunca ser suficiente”.
O processo terapêutico oferece um espaço de acolhimento e reconstrução, onde o diálogo é convite e o silêncio, escuta. A partir da conversa sensível e da reflexão guiada, o paciente aprende a distinguir sua voz das vozes que o feriram. O foco não está em “melhorar a imagem”, mas em reconhecer a própria essência, descobrir que o valor não está em agradar, mas em existir de forma inteira.
Nesse instituto, o trabalho com autoestima é conduzido a partir de uma abordagem integrativa que une psicologia relacional, autocompaixão e reconstrução narrativa. Durante as sessões, o paciente é convidado a revisitar suas histórias, ressignificar crenças e fortalecer o senso de identidade. A autoestima se torna, então, um caminho de retorno: um reencontro com o próprio nome, com a própria voz, com o próprio corpo.
A terapia não ensina a se amar de forma imediata; ensina a parar de se abandonar. E é nesse ato de permanência, de olhar para si sem medo, que o amor-próprio deixa de ser ideia e se torna prática diária, discreta e poderosa.